eu não preciso de ninguém. nunca precisei. exceto um
passarinho que voou até mim, e na oportunidade me contou visões ao
pé do ouvido. foi quando nós me nos encontramos pela primeira vez.
aquele passarinho me viveu primavera e verão, e quando choveu sobre
todo o mundo eu fui seu ninho, seu refúgio. através de seus olhinhos
eu pude ver que: além de meus limites existe algum lugar onde nossos
caminhos se unem e nossas mãos se pegam, e laçam suavemente. espero
e acredito, passarinho, que nesse dia a gente nunca mais precise ir
embora.
esta noite eu sonhei com você... outra vez.
eu não preciso de ninguém. nunca precisei. exceto um passarinho que voou até mim, e na oportunidade me contou visões ao pé do ouvido. foi quando